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3 sambas pra cozinhar no sábado

Sábado é dia de cozinha. Dia de abrir bem as janelas, sentir o cheiro de roupa limpa invadindo a casa, colocar um samba no volume mais alto e remexer as panelas. Não existe balada no mundo que me impeça de, quando a vontade vem, encarar o fogão.

Talvez a minha rotina gastronômica seja bem diferente dos quitutes incríveis que a Tati (do Panelaterapia, blog incrível!) descreve. Não sei grandes técnicas e levei quase um ano para entender a utilidade de um fouet (se lê fuê, tá?). Mas quando o sábado chega e a vontade vem, acho que o querer fazer sempre pode superar o saber fazer, não é mesmo?

E, como absolutamente tudo na vida, a cozinha precisa ter uma trilha sonora. No meu caso, apaixonada por pimenta e dendê que sou, só poderia ser samba. Samba daqueles que a gente dá uma sambada no pé na frente do fogão, daqueles que fazem carregar no tempero, daqueles que fazem a gente se sentir numa feijoada de quadra de escola de samba.

Samba e cozinha harmonizam (né, Sabrina Hoffmann?) assim como arroz e feijão, queijo e goiabada, bife com ovo. E prova de que essa não é uma opinião só minha, são as composições que falam sobre esse momento.

“Salta a cerveja estupidamente gelada pr’um batalhão e vamos botar água no feijão” (Diogo Nogueira – Feijoada Completa)

“Eu fui na cozinha pra tomar um café e o malandro tá de olho na minha mulher” (Zeca Pagodinho e Leandro Sapucahy – Batuque na Cozinha)

“Menina cadê a farinha? Farinha pra fazer pirão” (Serginho Meriti – Cadê a Farinha)

E você? Que música ouve para cozinhar?

 

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