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8 covers tão bons que não vão sair do repeat

Logo que comecei a escrever sobre música, me disseram que cover era “de menininha”. Nunca entendi muito bem esse conceito e cá estou eu, uns anos depois, me amarrando nessa história de bandas pegarem músicas de outras bandas tão legais quanto para homenagearem.

Para mim, o que torna um cover bom é a capacidade de transformar a música em outra quase que completamente diferente, mais próxima de algo que você faria, mas que ainda seja identificável. Ficou confuso? Então, faz mais sentido quando você ouve, juro.

Por isso mesmo que separei oito covers que são tão bons que, além de não sair do seu repeat (espero!), vão te deixar pensando “mas a original era assim mesmo?”. Se prepara:

1 – The Neighbourhood – Say My Name/Cry Me A River

Sabe-se lá como, o The Neighbourhood deu um jeito de mesclar dois clássicos pop: “Say My Name”, do Destiny’s Child, com “Cry Me A River” do Justin Timberlake. Ou seja, um combo direto do túnel do tempo para ganhar todo mundo que cresceu nos anos 90!

2 – The Kills – Desperado

“Desperado” é uma das músicas novas da Rihanna que talvez ganhe clipe mais para frente, porque tem muitas chances de virar single. Tanto é que o The Kills previu o sucesso e preparou seu cover. Na voz da Alison Mosshart, a música parece saída de um pub – e digo isso no melhor dos sentidos, viu?

3 – James Bay – Left Hand Free

Tudo o que James Bay toca vira ouro: mito ou verdade? Nesse caso, verdade! “Left Hand Free”, com o Alt-J, já era boa. Antes eletrônica, ela assume aquele jeitinho voz-violão tão próprio do Bay que você quase nem se lembra de como ela era antes.

4 – Arctic Monkeys – Hold On, We’re Going Home

Que o Alex Turner pegou muitas influências do R&B para o último álbum da banda não é segredo para ninguém. Mas você o imaginaria segurando uma música do Drake na época de “I Bet You Look Good On The Dancefloor”? Pois é, eu não. Hoje em dia a história é outra e o Arctic Monkeys tá aí pra mostrar como você pode mudar com o tempo e, ainda assim, manter sua essência.

5 – Ed Sheeran – Dirrty

Existe alguma coisa que o Ed Sheeran não consegue fazer? Ele canta, toca, lava e passa, cozinha… E, aparentemente, faz rap também, muito obrigada. Ao menos foi isso o que a gente descobriu nesse cover de “Dirrty” da Christina Aguilera, em que ele faz a parte dela e a do rapper Redman também.

6 – Miley Cyrus + Ariana Grande – Don’t Dream It’s Over

Momento confissão: sempre julguei mal a Miley Cyrus. Com todas as polêmicas em premiações, achava que ela era do tipo “faz muito, canta pouco”, mas só até ouvir o cover dela pra Led Zeppelin. Aliás, a voz dela e a da Ariana Grande são quase opostas, mas, de algum jeito, elas se misturam bem. Prova disso é esse cover de “Don’t Dream It’s Over” que vai ficar grudado na sua cabeça pelo menos até o fim da matéria.

7 – Florence + the Machine – Where Are Ü Now

Justin, is it too late now to say sorry? Porque nossos dois últimos covers da lista são de músicas dele, quem diria?! Sem as batidas do Jack Ü, “Where Are Ü Now” vira uma música profunda e dolorida, daquelas que a Florence canta de peito aberto.

8 – The 1975 – Sorry

E “Sorry” então?! Coreografias à parte, a versão puxada pro funk (não o carioca, gente!) tem o seu charme. A banda brincou com sintetizadores e caprichou no vocal, mas a arma secreta mesmo foi um sax, que deu toda a graça.

E você, tem algum preferido?

koi

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