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9 fatos que você precisa saber antes de começar The OA

The OA foi um grato presente da Netflix na época do Natal, mas confesso que só terminei a maratona na última semana. Foi uma série que demorou para me pegar e passei uns três ou quatro dias só para passar do primeiro episódio – mas também só até certa parte, porque, depois dela, já queria entender a história inteira.

Se você já reparou nela em suas recomendações, mas ainda não criou coragem para começar ou tá esperando para saber mais, se preocupa não! Hoje é disso que a gente vai falar. Separei aqui 9 fatos que você precisa saber antes de começar The OA (ou depois, porque teve coisa que até eu fiquei “Q” quando descobri).

Talvez algumas coisas sejam spoilers, mas vou deixar indicadas para você pular se quiser, ok? Então prepara a pipoca e vem:

1 – The OA também é um drama sci-fi, mas NÃO é o novo Stranger Things

A começar pelas épocas, né? Stranger Things pegou todo mundo de surpresa pelas referências e visual oitentista, mas The OA, apesar de flertar com alguns temas em comum, não tem nada a ver com a série. E isso é algo bom! Eu diria que o enredo em si é bem mais complexo – e o que você tira dele também.

2 – É uma série sobre acreditar

(SPOILER!) Você pode ou não acreditar na história da Prairie/OA – e acho que o final da série dá mesmo essa abertura para que possamos decidir por nossa conta. Assim como os próprios personagens tem essa possibilidade.

3 – Ela se aproveitou bem do formato em streaming

Séries feitas para plataformas de streaming tem todo seu jeitinho próprio de ser quando comparamos com séries feitas para TV. As maiores diferenças são que o final dos episódios das séries de TV precisam de algo bombástico para fazer você ir logo para o próximo e também precisam obedecer um horário determinado. Às vezes passa um episódio inteiro de encheção de linguiça para acontecer uma coisinha ali no final.

Em The OA, tudo pode acontecer a qualquer momento, apesar deles também se utilizarem do recurso de deixar o melhor pro final. Porém, você encontra episódios com trinta minutos e outros com setenta, depende mesmo do conteúdo que precisa entrar ali e como ele vai ser apresentado.

4 – Brad Pitt é um dos produtores envolvidos

Indiretamente, mas sim. Uma das produtoras envolvidas na série é a Plan B, que pertence a Brad. A gente não reclamaria se ele fizesse uma pontinha na segunda temporada, né?

Falando em produtoras…

5 – …A segunda é a Anonymous Content…

…que a gente já explica por que é tão boa. Então tá. Anonymous Content não te disse nada. Mas eu explico: no currículo da produtora estão “só” séries como True Detective e Mr. Robot. Nada mau, hein?

6 – Lucius Malfoy é o grande vilão

Não o Malfoy… Malfoy, mas o ator dos filmes – e eu sinceramente não tinha percebido até ler sobre isso para fazer essa matéria. Até fiquei uns minutos olhando as fotos do Jason Isaac como Lucius e comparando para ver se era mesmo ele.

7 – Falando em rostos conhecidos…

…Talvez você reconheça mais gente por aí. Scott Wilson, o ator que faz Abel (pai adotivo da Prairie), interpretou Hershel em The Walking Dead. A mãe adotiva é Alice Krige, que talvez você reconheça de Star Trek. Já o Homer fez “Brooklyn” e “Smash”.

8 – Brit Marling é uma das criadoras e interpreta o papel principal

Brit Marling é a força criativa por trás de The OA. Bom, ela e Zal Batmanglij, diretor com quem já fez dois filmes: “Sound of My Voice” e “The East”. É ela também que interpreta Prairie, uma garota cega que aparece viva depois de sete anos desaparecida.

9 – Acredite no desconhecido

Com um slogan desse, nem preciso falar mais nada sobre The OA. É isso: a série explora várias facetas sobre o desconhecido, tocando em temas como a vida após a morte, outras dimensões e experiências de quase-morte (EQM).

Já assistiu The OA? Conta aí o que achou pra gente dividir as teorias!

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