unnamed (4) Esta foto é sua?

Lançamento: As Mulheres que Possuo

Fala pessoal, gostaria de dar uma palavrinha com vocês. A minha amiga e colega de blog, e claro, funcionária fiel, está lançando um livro onde, de forma intrínseca e de grande identificação, fala sobre as mulheres que há dentro de cada uma de vocês.

Num mundo de mudanças constantes, todos nós, ficamos em dúvidas sobre o que devemos sentir. E esse livro, genuinamente, traz sentimento à flor da pele, choro derramado nas pálpebras inferiores, e tesão na ponta… Melhor eu deixar pra lá, antes que você comece a subir paredes. De novo.

Fica aqui o meu convite, digno de vários: “Nossa que delícia”, para ler, comprar, tirar foto nua, deixar na cabeceira da cama e comer Froot Loops com o livro da nossa amiga: Nathalínha Macedo. (de agora em diante ela disse que gostaria de ser chamada de Nathalinha, fazer o que…)

Brincadeiras à parte vocês que acompanham o blog já sabem como ela escreve e do que ela é capaz – essa foi boa, diz aí. Então, sinceramente acho que, como o blog, esse livro poderá alimentar a imaginação de vocês e deixar a noite de vocês um pouco mais gostosa.

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Fiquem aqui com um trecho do livro:

“Escrevo sobre coisas que não entendo. E uma delas são essas pessoas que vivem em busca da metade da laranja.

Pessoas que saem por aí negando felicidade, escondendo sorrisos e desperdiçando vida porque ainda não encontraram alguém, e jogando no outro a responsabilidade de fazê-las felizes, como se essa obrigação não fosse inteiramente nossa.

Buscar algo que te complete significa pressupor que você nasceu pela metade. Faltando um pedaço que necessariamente precisa ser encontrado. Significa reduzir a vida a muito pouco, a uma caminhada em busca de um complemento. Apenas UM complemento, que te priva de outras frutas inteiras, interessantes e deliciosas. Significa reduzir infinitas possibilidades a uma procura sem sentido.

E aí vira desespero. Vem aquele medo de morrer pela metade, ou, pior ainda, de viver pela metade. Porque toda busca esconde um vazio, e todo vazio desperta carência.  E a carência é repelente de paixão, de afeto. É um círculo vicioso e sem fim.”

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