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Mulheres nasceram para o verão

Virá o verão. A temperatura sobe. As roupas diminuem. Ela, agora, prende seu cabelo grande, deixando a nuca quase nua. Um brilho de um suor de um sol de meio dia. A boca quase seca que se hidrata de qualquer suco natural.

Ela agora não fica mais nua. Há uma lingerie corporal da pele sem sol que mesmo após ela tirar todas as peças de roupas que veste, o branco das suas marquinhas faz qualquer vestido caro não significar mais nada nessas matérias de moda ou coisa assim.

Coxas também voltam a cena. Shortinhos – que agora não são mais tão justos – são peças obrigatórias do cotidiano. Sandálias são salto alto de grife. Cheiro de banho de mar vale mais do que qualquer perfume Rachel Elbaz.

Lábios salgados beijam doce por pura implicância do ser.

Cabelos não tão naturais porque há de ter cuidado após horas e horas de mergulhos na praia.

O calor também influencia, você sabe. Se no frio queremos edredom, chocolates e filmes com a Drew Barrymore, no verão essas moças já acordam desnudas pela casa.

Como ir trabalhar depois disso? Penso em dizer bom-dia e já quero me calar todo nela.

Não sei falar de maiôs ou biquínis. Tampouco sou especialista nesses cremes para bronzear ou coisa assim. Mas mulheres nasceram para o verão. Juro. Mas sem aquela pretensão de desfilar uma tal magreza, combinado? Uma cinturinha maior do que é visto nos desfiles da Victoria Secret, uma bunda menor do que os padrões brasileiros, um par de peitos de efeitos, justos e ainda um par de coxas que se encostam ao caminhar – causando ciúmes em mim, confesso.

Até joelhos desconexos me desconsertam.

Algumas apenas se deitam, lendo algo por ali. Outras tantas esquecem do mundo, dormem sonhando morarem naquele momento. Algumas malditas ainda brincam de fazer topless como quem diz: eu-posso-também.

E quem há de duvidar?

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