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O amor nunca dá errado

É sempre muito difícil conceituar e definir o Amor. Eu não vou saber se é apenas querer envelhecer ao lado de alguém ou se é tudo aquilo que eu quis viver com alguém que não quis tudo isso que eu tinha pra viver. Na realidade, acho que é uma grande bobagem tentar definir algo tão grande.

Amor nasceu para ser sentido.

Na real, acho que é um privilégio poder dizer “eu sei o que é Amor”. Não exatamente o que lhe foi dado, mas o que foi vivido no nosso peito. Até porque, quantas vezes não temos a oportunidade de viver algo legal com alguém gostando demais de nós e viramos a cara pra isso?

Viver a recíproca talvez seja a parte mais difícil. Recíproca vem de graça e senti-la dentro de um relacionamento é feito ganhar na Mega-Sena. Há tempos que nunca batem, pessoas que amam em instantes diferentes, rolos que não vão pra frente por conta de indecisões, impasses e mal-entendidos.

Entretanto, algo que aprendi no exercício de gostar de pessoas, quebrar a cara e ter que me levantar para continuar vivendo – ou vivendo exatamente o outro lado: não gostar, quebrar a confiança e lidar com o peso das minhas próprias escolhas – é que o Amor nunca dá errado.

Nunca vem em vão.

É como li uma vez “as pessoas vem e vão, mas amores nunca são em vão”. Acredito que eles deem certo pelo tempo que tem de durar. Eles caminham enquanto temos disposição para mantê-lo, cuidá-lo, alimentá-lo e tratá-lo bem. E mesmo quando alguém nos decepciona, é difícil olhar na cara dela e dizer “você não sabe amar”.

Cada um dá o Amor que aprendeu. Talvez seja só uma questão de ter tido maus professores.

De resto, que mantenhamos a cabeça erguida e a consciência limpa de que fizemos tudo em prol do sentimento. Vivemos devidamente tudo que esteve ao nosso alcance e tivemos sempre a sinceridade como guia. Fomos justos, sinceros e jogamos limpo. Não nos preocupamos em definir.

Vivemos o Amor. Até o Fim.

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