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O perigo de idealizar

Muitas pessoas quando aguardam por um relacionamento nutrem, ainda que secretamente, um desejo de que suas vidas pessoais fiquem mais coloridas, emocionantes e cheia de vivacidade.

Algumas até se queixam que a vida sem alguém do lado é meio entendiante, chata e sem movimento. Essa postura abre espaço para um dos maiores problemas do relacionamento: a idealização.

Quanto mais vazio pessoal maior é a idealização que uma pessoa faz do candidato a pessoa amada ou ao parceiro real. Aquelas pessoas que estão machucadas pelo amor provavelmente fazem parte do time de quem fecha os olhos para a realidade e enxerga somente o que quer.

Na hora que conhecer o candidato já começam a fazer mil planos, imaginar cenários fabulosos, apresentação para família, amigas e lentamente aprisionam e se fecham naquela imagem criada.

O tempo do relacionamento vai passando e a pessoa insiste em reafirmar para si mesma que tudo caminha bem e aquele defeitinho é coisa pouca e vai passar.

O problema é que depois de um tempo o caldo entorna e a pessoa realmente revela com todas as garras aquilo que tem de pior, mesmo assim o silêncio e a aceitação “incondicional” grita mais alto

Depois que a relação já não tem mais para onde caminhar vem o término cheio de dor e “surpresa”. Nessa hora é que o lindo ex se torna um demônio digno de filme do exorcista e passa a ser visto como o pior tipo de pessoa da face da terra. Na mesma proporção que imaginou o príncipe encantado a pessoa começa a ver só aquilo que havia de ruim. Do céu ao inferno, aquele era o amor de sua vida é colocado na categoria de pior pessoa do mundo.

A pessoa era angelical? Certamente que não, mas será que é um monstro sem caráter? Duvido também, portanto, ao invés de tirar conclusões precipitadas sobre as boas ou más qualidade de uma pessoa deixe que o convívio saudável fale mais alto do que sua imaginação.

Segue um convite (só clicar aqui) para quem é de São Paulo de uma palestra para quem tem dificuldade de superar um término desastroso.

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