O que acontece quando um garoto resolve “hackear” o sistema tradicional de ensino? Esta foto é sua?

O que acontece quando um garoto resolve “hackear” o sistema tradicional de ensino?

Ficou curioso com a palavra “hackear” no título?

Então, deixa eu explicar. O que trago hoje é um vídeo do TEDx – que por sinal, é um ótimo canal de conhecimento a nível global – que estava circulando sobre um jovem que criou uma nova maneira de ensino que foge um pouco do período de ensino fundamental, ensino médio e universidade que estamos bem acostumados.

Logan LaPlante é um jovem de apenas 13 anos e possui uma vontade absurda de viver e ser feliz, ele não frequenta a escola tradicional desde os 9 e hoje busca novos conhecimentos por meio do que ele denominou ser Hackschooling.

Hackschooling é, basicamente, um método que alia alegrias, valores, atividade física e indagação, que busca a construção de uma base sólida de valores e construção de um ser humano pleno, consciente e feliz.

Pra entender, nada melhor do que ele próprio para explicar (ative as legendas):

Demais o ouvir falando que isso o faz feliz.

Esse vídeo nos faz, também, questionar uma série de coisas e como somos, inevitavelmente, condicionados a viver em um sistema de regras: Estude, entre em uma faculdade, saia bem em uma entrevista de emprego, tenha um emprego, seja chefe, construa uma família.

Não que eu seja contra esse sistema – até porque ele é bem complexo -, mas penso que antes de qualquer coisa, devemos procurar sermos felizes, e não necessariamente seguir “um manual”.

Não sei vocês, mas cresci com uma ideia que circulava entre meus amigos e conhecidos de que estudávamos simplesmente para passar de ano. Isso, passar de ano. Ignorância ou não, com isso percebi quais dos meus amigos fincaram e correram atrás dos seus sonhos e quais se tornaram mais um no sistema.

Enfim, a proposta do jovem Logan é uma nova porta que se abre como um modelo de educação, pois tem como prioridade a felicidade, a saúde e criatividade. Elementos pouco priorizados na educação tradicional.

E aí, o que você acha?

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