O que você faria se presenciasse uma cena de racismo? Esta foto é sua?

O que você faria se presenciasse uma cena de racismo?

Queria dizer o contrário, mas o racismo é um problema ainda vivo e não basta pesquisar muito para listar o número de situações que, surpreendentemente, ainda acontecem mundo a fora. Infelizmente.

Navegando pela internet e lendo conteúdos acerca de mente e corpo, me deparei com um vídeo que mexeu e fez reavaliar inúmeras coisas que até eu então eu considerava corretas e erradas, sobre tudo. O vídeo traz a seguinte situação: Uma barbearia localizada em um bairro de sua população negra, quando um casal inter-racial (ele negro, ela branca) e uma garota negra começa comentar e insinuar várias coisas para o casal e principalmente à garota, até que algo incrível acontece. Pra entender:

PS: Atente-se para a última mulher.

Somos iguais, todos.

Meu recado hoje aqui é simples. O vídeo fala por si só e a mensagem ao final traz algo que vale muito a pena refletir e repensar. Trata-se de algo que não está no mundo exterior, mas sim no mundo interior, sobre como você lida com as diferentes pessoas – leia-se universos – que habitam ao nosso redor.

A lição da última mulher do vídeo é algo inspirador, pois ela traz consigo uma bagagem formada por empatia, em que nos mostra que somos todos iguais e que se você passar entender a si e depositar coisas boas suas no mundo, você receberá exatamente o que você emanou. É o ato de transbordar e vivenciar de maneira plena consigo essa experiência chamada vida, além de nos evidenciar que temos sim um coração bom e carinhoso, mas que temos uma mania sem sentido de querer ficar preso ao lado negativo da vida.

Por fim, o que quero dizer é que a intolerância, ignorância, maldade e o racismo são coisas que estão sim aí, mas coisas como alegria, empatia, tranquilidade, amor e respeito, são coisas que, também, estão disponíveis para nós e que é nossa responsabilidade cuidar e tratar de emponderar tudo e todos ao nosso redor. Você não precisa pisar nos outros pra se sentir bem, pelo contrário, sabe.

Mas e aí, já se perguntou por que você se sente suficientemente bem quando realiza ao de bom?

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