Quando elas querem, rola! Esta foto é sua?

Quando elas querem, rola! Só quando elas querem.

Qualquer mulher, feia ou bonita, baixa ou alta, magra ou gorda, loira ou morena, careca ou cabeluda, casada ou solteira, não importa! Pode simplesmente acordar e resolver que o clima está perfeito para ser penetrada. Isso mesmo! Para mulher, basta querer, dar um minúsculo indício e logo uma multidão de homens, maior do que aquela que vimos nas manifestações, fará fila para tentar conhecê-la a fundo, por dentro.  Entre uma mordida no pão com manteiga e um gole no pingado, a fêmea pode simplesmente dizer: “hoje, sem falta ou atraso, serei comida”. Se a foda será boa, ou não, é uma outra história, mas a foda acontecerá a menos que, por azar, ela morra atropelada por um ônibus desgovernado ou decida virar beata. Mesmo se o primeiro jogador brochar ou tiver câimbras fulminantes, bastará acionar algum reserva dos muitos que estarão já aquecidos, esperando ansiosamente por um lugar em campo e, mais rápido que delivery do Habib´s, algum macho comparecerá à casa dela de banho tomado e, com sorte, pelos aparados.

A mulher só não dá, quando não quer ou se o mundo resolver acabar antes da calcinha baixar. Já o homem, portador da peça convexa, precisa de muito mais do que o simples ato de querer para molhar o biscoito. Já vi homens movendo montanhas por uma simples perereca mortal e no fim, após flores pomposas, chocolates suíços, cartas de amor que davam voltas e portas abertas com maestria, terminar a noite entregue à milenar punheta ou pior: com bolas mais inchadas do que bolas de tênis e sentindo aquela dor no saco que surge quando o tesão não pôde ser liberado. Mesmo os bonitões, aqueles que causam dor no pescoço das moças, muitas vezes, falham na missão e acabam fedendo cigarro em algum puteiro sujo no qual a beleza não possui nenhum valor.

Não estou escrevendo este texto para reclamar da vida ou para fazer com que milhões de homens corram para a Avenida Paulista e lá levantem cartazes, reivindicando o direito de transar, já! Nada disso. Na época do meu pai já era assim e, mesmo com toda gomalina no cabelo, sei que ele também já não concluiu algumas várias missões. No futuro, também continuará desta maneira e os homens continuarão tendo que lutar como guerreiros, contra outros muitos guerreiros malandros, para, quem sabe, talvez, porventura, agasalhar o companheiro “Bráulio” e acalmar os impulsos profanos.

A verdade é que, no fim das contas, ou melhor, no começo do fim das roupas, antes de dar outras coisas, quem dá a última palavra e primeira permissão: é a mulher. Esqueçam o machismo, o feminismo e todos os outros grupos que lutam pelos direitos dos gêneros, a questão, nesse caso, é outra, é biológica, pois na penetração é o homem que entra e, para entrar na garagem dela, caro portador de um caminhãozinho desgovernado, definitivamente, só ela tem o direito de autorizar sua passagem. Ela pode simplesmente acordar e dizer: “hoje meu sinal está verde e quero que alguém o avance”. Já você, ilustre homem, precisa dar a sorte de encontrar alguma mulher com o sinal verde piscante ou, na maior parte dos casos, tem que dar um jeito de fazer com que ela abra o sinal para você. Qual o melhor jeito para transformar o vermelho no verde? Se eu soubesse uma regra mágica, com certeza, estaria tomando alguns drinks exóticos em alguma praia paradisíaca de Cuba. Apenas uma dica: esqueça a força e os atos impositivos, pois se assim fizer, ganhará um chute no saco ou um cartão vermelho.

Irmão, o jeito é persistir e tentar ser melhor do que os tantos outros que, agora mesmo, estão fazendo de tudo para comer a mesma mulher que você. Não desista, pois transar, em muitas noites frias, pode ser até mais fácil do que dar um duplo mortal carpado. E, se tudo der errado: www.pornotube.com .

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