Terça com Fred #4

Terça com Fred #4

Fala galeraaaaaa sensual, tudo bem?

Eu estou bem – como sempre –, as novidades semanais foram que, essa semana gravei um vídeo novo! Sim, isso mesmo! Eu sei que é difícil de acreditar, mas é verdade. Sério. E pelo que tudo indica teremos vídeos semanais, caso vocês tenham paciência para olhar minha cara de mamão semanalmente, claro. E se vocês duvidam que eu sempre tive essa cara de mamão, observem meu aniversário de 6 anos que serelepância (permissão para neologismo) hahaha!

Além disso, nesse momento nostálgico achei um prato – antiquíssimo – que a minha mãe pintou para mim quando eu era uma criança pentelha. Quando achei, liguei para ela e perguntei: “Mãe, por que o Pernalonga? Não lembro de ser tão fã dele haha” e ela respondeu: “Naquela época existia um mito que cenoura fazia bem para os olhos e você era meio ceguinho, achei que seria legal” – obviamente ela foi mais simpática que isso haha! Mas eu achei interessante dividir.

De qualquer forma estou de volta em casa, e confesso, adoro voltar para casa. Digamos que eu não nasci para praias maravilhosas e momentos de paz prolongados. Grande parte das pessoas, normais, agradeceria por morar em uma praia linda, com vento fresco, sol e seios à mostra. Eu não, eu gosto de cidade grande, de poluição, de trabalhar até de madrugada, de escolher a dedo o restaurante que quero – mesmo que eu viva naquela anedota do restaurante tailandês às 4 da manhã – de me preocupar com o amanhã, de sonhar rente aos prédios cinzas, de viver na constante agitação, de ver pessoas de terno caminhando pelo centro, de receber o jornal em casa sem atrasos e, de seios à mostra só para mim. Sou egoísta com os seios alheios.

Passo uma semana na praia e sinto-me mais perdido que cebola em salada de fruta. A minha criatividade é vinda da cidade, das pessoas e suas complicações diárias, do cotidiano variável e suas respectivas conversas vindas de um elevador, sempre, constrangedor. Alguns dizem ficar loucos na agitação das metrópoles, já eu, fico louco com a paz prolongada. Então, sou daqueles, loucos, que adora viajar por algumas semanas, mas adora, mais ainda, voltar. Até porque, nada substitui meu chuveiro e a minha cama. Talvez a cama do Waldorf Astoria, talvez…

E vocês, cidade e agitação ou calmaria e praia? Por quê? Mas quero uma resposta gostosa de ler, até porque, porque sim não é resposta – Dizia o Zequinha.

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