Esta foto é sua?

Você já se apaixonou por um animal?

Sabe aquela história que chama atenção por sua simplicidade, o encanto de uma relação e o quanto um companheiro é importante na nossa vida? E, além disto, quando você conhece essa história, de alguma maneira se identifica e bate um sentimento inexplicável dentro de você (Saudade, talvez?)?

Pois é, esta é de um vídeo que fui apresentado e mexeu comigo desta maneira. É a história da cadelinha Sofia, que é contada sob a perspectiva do seu dono e como ela chegou à vida dele e de sua família e tornou-se uma grande companheira, dando mais sentido ao chamamos de amizade.

Contada por meio de um vídeo que transmite uma tranquilidade tão sincera que lembramos daquele animal genioso que já tivemos alguma vez na vida, ele (o narrador) fala do dia que a cadelinha chegou, conheceu a ‘dona do pedaço’, compartilhou momentos de alegria, mas que com o tempo ela foi ficando distante, com um olhar não vazio, mas de que quer dizer alguma coisa.

Ficou curioso? Confira o vídeo:

A amizade entre um animal e o homem é de longe uma das demonstrações de lealdade e amor, uma interação que não precisam palavras pra descrever. Eles sabem quando estamos chegando em casa, brigam a sua maneira se não lhe damos atenção, choram de saudade, fazem festa, sujam, pulam, se divertem. Esta é mais uma daquelas demonstrações em que o quanto podemos ser mais bobos e felizes quando temos ao lado um companheiro para toda hora.

E se você sentiu alguma ponta de saudade, vontade de abraçar seu pet, ou, simplesmente, se divertir com um companheiro leal, deixo-lhe uma frase muito legal do filme Marley e Eu: “Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É  realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro, especial?

Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”

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