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5 músicas pra sair dançando como se ninguém estivesse olhando

Quando eu estava na adolescência, começou uma onda de boatos sobre as músicas da Xuxa terem uma mensagem diabólica quando ouvidas de trás pra frente. Hoje, volta e meia me deparo com absurdos desses com Galinha Pintadinha, Justin Bieber e por aí vai.

Não acredito que nem a rainha dos baixinhos nem os personagens clássicos de uma nova geração façam isso. Mas se tem uma coisa da qual eu tenho certeza é que algumas músicas possuem uma combinação macabra que as ligam às terminações nervosas e musculares do corpo humano.

Certamente há em Macarena, por exemplo, uma mensagem decodificada em uma língua árabe do século V só falada numa ilha que já nem existe mais que estabelece uma ligação físico-quântica-cósmica que faz com que, nos primeiros acordes o braço já tenha um tremelique e automaticamente se conecte com a cabeça para o início da coreografia. É macabro. Assustador. Bizarro. Mas é.

Algumas músicas tem um poder de mexer com o nosso subconsciente de um jeito que só elas e nos fazem dançar. No corredor do mercado, no meio de uma loja em liquidação, num coquetel de cliente. Não importa. Ela, a música, não se importa. Não se importa com salto alto, com saia curta, com finésse ou etiqueta. Nem mesmo pra salsinha no meio do dente ela liga.

Hoje resolvemos fazer uma homenagem a essas canções icônicas, rebolativas e enviadas por Deus (ou pelo diabo?) para que a gente perca a vergonha. Porque ser sem-vergonha, ah, pode acreditar que é a missão dessas canções.

1 – Porque todo mundo tem um lado Macarena

2 – Porque Beatles é Beatles

3 – Porque a gente esperou a semana inteira e não queremos dinheiro, só queremos amar!

4 – Porque todo mundo saber fazer o movimento sexy

5 – Porque o “babando” depois da Anitta nunca mais foi o mesmo

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