
Um dia…
Me vejo rabugento, olho para minha casa e sinto falta de um toque feminino. Por outro lado sou egoĂsta, nĂŁo gosto de dar satisfações, compartilhar o meu mundo repleto de besteiras e principalmente dividir o lado da cama que encosta na parede gelada durante o verĂŁo.
Vagando pela minha casa com um samba canção de desenho e barba mal feita me pergunto: será que posso viver assim para sempre? NĂŁo vejo problemas, sem sintomas, estou Ăłtimo. Porventura acho que cuidar de trĂŞs Golden Retrievers e dois filhos sozinho seria uma missĂŁo difĂcil… Mas eu me viro, nĂŁo gosto de esperar o pĂŁozinho quente na padaria quem dirá esperar por alguĂ©m?
Vivo sem anseios, até porque a distração coopera com a realização de qualquer sonho meu. Mas talvez eu goste demais de coisas que vem e vão para ter algo com essa conotação de duradouro, mas claro, quero mudar de opinião.
Um dia.
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